Publicado por: almofadas | Dezembro 2, 2009

1+1=2

Talvez tenha passado despercebida nesse dia
A admiração e a inspiração, ficou escondida
E no entanto, algo
Que pode ser denominado alegria
Terá surgido
Nesse mesmo instante

Ponta de luz, ou lua cheia,
Tua desconhecida
Se te quiseres manter longe…
Ficarás distante!

Pensei então que a angústia do pensamento
Entrelaçada em lianas de tristeza enfadonha
Fossem apenas…
As casualidades do momento
Frutos de autoestima fraca e de vergonha

Entre as ruas frias onde tudo acontecia
Encruzilhavam-se dissertações embriagadas
Havia verbos conjugados no pretérito perfeito
Num desencantamento,
Soando a hipocrisia!

Distantes e alheias ,
As almas mais chegadas
Não possuíam coração nem p’ra untar o peito!

E se os olhos vissem
Teriam encontrado nela
A química que produzia essa energia
O coração na mão e um vidro na janela
Para manter chama que resiste à brisa fria

E num desmantelar estridente
Assim, não soaria
A procissão de tocha erguida
Mas apagada contra o vento
Gritando!
Aplaudindo o inconsciente.

Havia uma mão que impedia!


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