Publicado por: almofadas | Agosto 16, 2011

horas e horas

O tempo urge, e as palavras falam-me do mar

Chega de novo um novo dia

Nasce o sol a luz invade o peito de ar

O mudo deve ser feito de magia

Movem-se falésias no coração,

E no impacto, dos ventos e das vagas da paixão,

Soltam-se rochas para o borbulhar da espuma.

Torna-se turva a visão! –  nada se vê na bruma.

 

Do desacreditar à busca pelo significado da palavra.

Tal como eu, horas e horas a fazer de parva.


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