Publicado por: almofadas | Março 8, 2014

“Golpe de Estado Castanho” Puchkov – Goblin News

A propósito do que se passa na Ucrânia, dei-me ao trabalho de traduzir esta reportagem que relata de forma abrangente os acontecimentos, recentes e mais antigos. Qual é o plano? Quem esta envolvido e porquê? O que se sabe fora da televisão. Dá que pensar, pois a perspectiva para o povo é perturbadora.

É um texto um pouco extenso mas de fácil leitura dado ao humor sarcástico de Dimitrij Yuryevich Puchkov,

“Golpe de Estado Castanho” Puchkov – Goblin News (Tradução por AC)

Coloca-se a questão. O que pensas tu, sobre a revolução ucraniana? Caros amigos! Não existe nenhuma revolução na Ucrânia. Uma revolução é uma mudança fundamental no poder político. Existia a monarquia veio a republica burguesa, isso e uma revolução. Existia a republica burguesa, chegou o comunismo e isso também é uma revolução. Actualmente na Ucrânia não se trata de nenhuma mudança do fundamental do funcionamento político. Na Ucrânia uma parte da elite afasta do “pote” do governo outra a parte da elite, e a isto chamamos golpe de Estado.
Ainda há bem pouco tempo, de numa perspectiva histórica, a Ucrânia obteve a independência. Seguidamente foi anunciada na Ucrânia a Democracia, cuja principal característica como agora se sabe, é a liberdade de eleição de um, em dois ou mais candidatos. Todos puderam observar as actividades dos presidentes, Kravchuk, Kuchma, Yushchenko, Yanukovich. E estava tudo muito bem, mas subitamente chegou-se a saber que os cidadãos liberalmente eleitos, por algum motivo passam a vida a roubar e vivem como lhes apetece estando-se literalmente nas tintas tanto para o país como para o povo que os elegeu. Numa situação deste género, o que acontece num país com uma democracia ideal? O Chefe de Estado que não cumpriu as suas promessas é afastado do poder de forma legítima procedendo-se a novas eleições.
E o que acontece na Ucrânia? Na Ucrânia acontecem golpes de Estado. Neste momento, observamos já o segundo.
É preciso apontar que quando por todo o lado se deu início às eleições democráticas, descobriu-se que para promover essas mesmas eleições era preciso dinheiro. Respectivamente, quem tem dinheiro é quem promove os candidatos. A situação – “Sou um bom rapaz, sei liderar, escolham-me a mim!” – é impossível. Para ser eleito é preciso dinheiro. O candidato necessita de suporte financeiro, portanto quanto mais dinheiro tem aquele que financia as eleições, mais perspectivas tem o candidato. Sublinho a vermelho: Os candidatos são patrocinados e promovidos por pessoas com dinheiro, e não pelo povo, independente do que possa parecer. – Não tens dinheiro, vai passear! Aqui deveriam os cidadãos parar para pensar – Afinal quem estamos a eleger?.
Por que motivo é que quando precisamos de um canalizador, procuramos um profissional. Por que motivo, quando precisamos de um médico, procuramos um bom profissional, quando queremos saborear um bom jantar, vamos a um restaurante com um bom chefe. Por que motivo é que quando se trata do mais importante, da gestão do governo, nós vamos a correr eleger quem grita mais alto e não tem rigorosamente nada a ver com gestão. Porém, para os cidadãos isso é demasiado complicado, na sua mente está apenas a liberdade e a eleição de um em dois ou mais candidatos. (…) As questões eleitorais são resolvidas em fendas estreitas, e não pelos cidadãos que gritam nas televisões e nas praças.
Obviamente que até as grandes quantidades de dinheiro por vezes falham. Um grupo dentro da elite decidiu “enfiar” na presidência o Yushchenko no entanto ele não foi eleito, não passou. Outro grupo foi mais bem sucedido “a enfiar” o seu candidato Yanukovich. E então o que fazer, deixar tudo como está? Não! Neste caso a questão é resolvida através de um golpe de Estado. Foi o que aconteceu na Ucrânia em 2004, quando com a ajuda do “golpe de Estado laranja” levaram ao poder o Yushchenko. O dinheiro, como é obvio tomou aqui o papel decisivo. Experimenta construir uma cidadezinha para dezenas de milhares de pessoas. Experimenta organizar refeições quentes regulares. Traz e instala as casas de banho, organiza a evacuação das fezes, traz e instala tendas, organiza as forças de segurança pública, chama os doutores, distribui a todas as pessoas roupas iguais, da a cada um uma bandeira (…) São anos de preparação e dezenas de milhões de dólares. Porém do ponto de vista dos idiotas, tudo acontece por si mesmo. Foram as avozinhas que trouxeram de casa bolinhos para todos comerem. Em termos de logística é evidente, foi tudo organizado por especialistas do ocidente, provavelmente do exército e nunca por palhaços exaltados da Ucrânia. Resumindo, na sequência do golpe de Estado laranja, organizado com o auxílio do Maidan, foi ilegalmente trazido ao poder, Yushchenko. Isto não preocupou ninguém. E depois? Que tenha sido ilegalmente, o que interessa é que chegou a “liberdade”, entre outros delírios. Quando Yushchenko eleito pelo povo, revelou-se como líder em plena força, levando a Ucrânia ao extremo, em substituição aquele outro grupo da elite, conseguiu finalmente colocar no poder o presidente Yanukovich.

Ao povo foi dado mais uma vez a escolher de uma rica variedade da já designada substância, uma verdadeira bosta. Yanukovich percebeu rapidamente que o extremo encontras-se ainda bem longe do lugar em que Yushchenko tinha deixado a Ucrânia, e levou a Ucrânia adiante para as desconhecidas profundezas do orifício anal. Sem esquecer pelo caminho de enriquecer não só a si mesmo como também a toda a sua família. Isto é considerado normal para os governadores eleitos pelo povo. Num pais livre eles podem fazer qualquer coisa e não prestar declarações. Não existe nenhum sistema de controlo porque o controlo é totalitarismo. Portanto rouba à vontade, estraga, experimenta sem nenhuma responsabilidade. Todavia, semelhante comportamento, por parte dos governadores eleitos democraticamente, por algum motivo, enfurece os cidadãos. Isto é, porque o cidadão comum, no capitalismo, não pode roubar. Roubar é permitido apenas ao governo, e ele rouba, em toda a força. (…) O Povo começa a ficar insatisfeito e parte da elite também. Então a parte da elite, insatisfeita com a presente posição, começa a aquecer a insatisfação do povo e através do controlo dos meios de comunicação, começa a trazer as pessoas para a rua.
Na rua é necessário mais uma vez alimentar, vestir, calçar, levar à casa de banho. traz-se novamente a comida leva-se novamente as fezes mas desta vez isto prolonga-se por três meses. É evidente que desta vez não conseguiram trazer os especialistas em logística do ocidente. Quem quiser pode fazer uma estimativa dos meios financeiros necessários para sustentar uma multidão com dezenas de milhares de pessoas e reflectir sobre quem tem esse dinheiro na Ucrânia. Quem dá esse dinheiro, e o que pretende receber em troca.
O dinheiro, a propósito, vem a pronto, sem pagar quaisquer impostos. (…)
Impressionantemente a denominada oposição não movimentou nenhuma exigência social, não prometeu devolver ao povo o que foi roubado, não prometeu aumentar o nível de vida. O que a oposição prometeu foi entrar na União Europeia. Isto para quê? Assim poderão viajar para o estrangeiro sem visto. Viajar para o estrangeiro sem visto é maravilhoso. E o resto? O que comer? (…) No entanto as pessoas que saíram para o Maidan sentem entusiasmo desta perspectiva. Parece um burro a correr atrás da cenoura pendurada à frente do seu nariz.

É visível a olho desarmado que não se trata de nenhuma revolução mas de uma disputa entre dois oligarcas bancários. Uns são do grupo de Yanukovich, os outros do contrário. Os cidadãos insatisfeitos que se reúnem no Maidan são apenas uma cobertura, para que não se veja os marionetistas manipuladores.

Obviamente, todo o movimento é activamente suportado pelos inquestionáveis media “como se sabe” actuam puramente por dedicação, nunca por ordem do dono ou por dinheiro. As reportagens seguem-se umas atrás das outras. No aeroporto de Borispol aterram os aviões com a força especial russa. Chega a Kiev o pelotão da cavalaria. Aproxima-se do Maidan o “omon” checheno, todas as prisões estão abertas os reclusos correm para ferir todos que estão pela liberdade no Maidan. Ou seja, por comando apresentam um único ponto de vista, aquele que foi creditado. Por algum motivo, não se formou nos últimos 20 anos, nenhum meio de comunicação social que não tenha sido comprado. (…) Foi iluminado apenas um ponto de vista, conveniente para os chefes e organizadores do golpe de Estado.

Coloca-se a questão, será que os cidadãos que saíram à rua, manifestam inteiramente a vontade do Povo? pelo que se ouve, no Maidan de Kiev juntaram-se cerca de 40 mil pessoas, isto é apenas um centésimo de porcento (o,o1%) da população da Ucrânia. Será que estes cidadãos, têm o direito de incutir as suas vontades e suas decisões a todo o povo ucraniano. Bem, do ponto de vista dos organizadores nos bastidores, têm todo o direito, e incutem. Serão as suas demandas legais? Do ponto de vista dos organizadores nos bastidores, são inteiramente legais. Porque legal é apenas aquilo, que agrada o encomendador. Não devemos esquecer que os golpes de Estado são sempre patrocinados também pelo estrangeiro. Os idiotas da categoria dos “Maidaunes”, estão sempre a berrar que não recebem quaisquer fundos das gasolineiras americanas, enquanto essas comunicam sem esconder, que no período relatado, foram disponibilizados aos ucranianos para propaganda, cinco mil milhões de dólares. E isto é apenas um valor oficial, aquilo que trazem nas suas malas os serviços especiais, e posteriormente distribuem, pode seguramente ser multiplicado por cinco. Afinal de contas não é por acaso, que a área de plantação de papoilas opiáceas no Afeganiztão, aumentou quarenta vezes. Foste tu próprio que não recebeste dinheiro nenhum? Isso é porque tu és estúpido, entretanto os teus governadores, patriotas mais sumptuosos, receberam o dinheiro e puseram ao bolço.

Porém desta vez quem tratou da organização, não tinha tanta experiência. Passou um mês, passou outro mês, resultado zero. As milícias ora vêm, ora vão, os “Maidaunes” ora atacam, ora recuam. Dos ataques para ambas as partes, não surtem resultados. As milícias foram foram apedrejadas, não ajudou. Ninguém dispara em resposta. Os agentes foram regados com gasolina e incendiados vivos, não ajudou. Eles não disparam contra a multidão, e pronto.
Os inquestionáveis media carregaram a todo o vapor. No aeroporto de Borispol aterram os aviões com a força especial russa. Chega a Kiev o pelotão da cavalaria. Aproxima-se do Maidan o “omon” checheno, todas as prisões estão abertas os reclusos correm para ferir todos que estão pela liberdade no Maidan. Tudo tal e qual como em 2oo4, mas alguma coisa continua a não funcionar. Aqui a questão é clara, chegou a hora de derramar sangue, pois apenas os homicídios em massa, cuja culpa se atribuirá às milícias, poderão justificar o golpe de Estado aos olhos da elite. Apenas os homicídios em massa podem unir a multidão. Lamentavelmente o maldito governo ordenou às milícias que ficassem desarmados. Aí para resolver o problema, são chamados os nacionalistas ucranianos. São cidadãos ucranianos, educados no ódio à Russia e aos russos. São descendentes dos veteranos da SS e admiradores de Stepan Bandera, constam em organizações, nazis que seguem o exemplo militar. Hierarquia, disciplina, obediência estrita. Estes não constroem fábricas, não trabalham nos Kolkhozes. Eles têm campos de treino nas florestas, e todas as suas forças vão para a preparação de um golpe, tomada do poder e guerra civil. Maidan à vista, não vamos perder esta chance. Faz-se uma lista sobre a quantidade e qualidade do contingente que se deve dirigir para o Maidan, indica-se o tempo de estadia, género de tarefas no local, etc, etc. Não existe iniciativa civil, eles actuam apenas por comando. Não conseguimos da última vez, conseguimos desta.

A propósito, as actividades dos nacionalistas devem ser acompanhadas pelos serviços de segurança governamentais porém a “SBU” – Serviço de Segurança Ucraniano, acompanha-os de forma a que os nazis se sintam maravilhosamente, o que não é de admirar para a “SBU”, cujo pessoal é formado e preparado pelos profissionais da CIA. É evidente que os nacionalistas, por algum motivo são precisos. Aqui está, chegou a hora. Cansados de esperar, os nacionalistas ucranianos, começaram simplesmente a disparar contra os seus “apoiantes”. Apenas para agitar a sociedade, e atirar a multidão enfurecida ao assalto. Dito e feito. Os nacionalistas, começaram a matar cidadãos insatisfeitos, e também agentes das milícias. Começaram a levar os corpos, mas ninguém juntou comissões independentes para investigar os homicídios. (…) Não se levantou qualquer investigação, o que significa que os nacionalistas cobriram o rasto dos seus homicídios. As milícias cumpriam honestamente o seu dever. Resistiam à multidão enfurecida desarmados. Apenas quando os agente começaram a ser mortos é que as forças miliciais dispararam em resposta, contra os terroristas armados. Só que já era tarde, o presidente democrático Yanukovich, traiu as milícias que o protegiam, traiu o seu povo, traiu o seu pais, e fugiu. Deva-se dizer que até traiu os seus companheiros oligarcas. Pelos comunicados da imprensa ucraniana, apanhou logo 8 aviões e um navio de aterragem, e desapareceu. Ninguém conseguia perceber, onde estava Yanukovich, em Ucrânia ou na Ucrânia, afinal estava na Russia. Enquanto todos andavam à procura de Yanukovich, os nacionalistas que concretizaram o golpe de Estado Castanho, começaram a bater e a matar aqueles que cumpriam o seu dever e tentavam manter a paz em Kiev. (…)

Os nazis que concretizaram o golpe castanho começaram a realizar buscas pelas casas e pelos apartamentos, capturas e sequestros, Torturas e homicidios. O que vale, é que em termos de desconsideração, de escárnio, torturas e homicídio, a experiência dos descendentes de Bandera, é fantástica. Os “Banderas” romperam adiante, partindo para as outras cidades com o objectivo de tomar os edifícios administrativos. Com espancamentos e torturas, quebrando as chefias. Trata-se de elementos da democtracia, do ponto de vista nazi. Trata-se de uma revolução castanha.
Tomando o Governo do país levado ao precipício pelos unanimemente eleitos presidentes democráticos, os nazis agarraram no poder com os seus fortes punhos.
Sob o comando de terroristas com máscaras começaram por deitar abaixo a estátua de Lenin. Isto por acaso é um dos passatempos preferidos dos vândalos. Estatuas de Lenin, monumentos aos soldados russos, estátua de Kutuzov. Aquilo que não conseguirem deitar abaixo, empestam meticulosamente, com suásticas, e slogans. Alguns aqui não entendem que as estátuas de Lenin, são estátuas russas. Os nacionalistas não estão a deitar abaixo Lenin, eles estão a demonstrar o ódio pela Russia e pelos russos. Primeiro foi Lenin e o Comunismo, mas depois verificou-se que todos os comunistas eram russos, portanto os russos vão ter que responder por tudo. (…) Vasculharam as casas dos Yanukovich, Os “Euromaidaunes” ficaram impressionados com tal viragem, “ora vejam só, afinal o luxo não tem igual.” Não foram ver as casas dos organizadores do Maidan. Veja-se que as casas deles situam-se logo oposto da rua de Yanukovich, veja-se que nas suas casas o luxo é igual, senão ainda mais engraçado. Ninguém foi ver as casas dos oligarcas, onde com o roubado está realmente tudo em ordem. Os estúpidos foram enviados para casa do Yanukovich, para a propaganda isso é suficiente. Já agora roubaram umas tralhas levaram os automóveis. (…)
Adiante, na Rada, sob o comando de terroristas com máscaras, começaram a soar apelos importantíssimos. Em primeiríssimo lugar colocou-se a ideia de proibir na Ucrânia a língua russa, o que não é de admirar vindo de nazis. Ora os primeiros decretos dos Bolsheviques eram sobre a paz e sobre a terra. Enquanto que os dos “Banderas”, são sobre a proibição da língua russa. É incontestável, a proibição do russo é um desafio importantíssimo, num país falido, com um economia assassinada. (…) E obviamente exigiram que fossem anuladas as leis que condenar os crimes do nazismo. (…) Porque motivo é esta a ordem do dia? Porque não a economia? é Porque o poder esta tomado por nazis, e os seus objectivos são nazis (…) Alguns personagens, da categoria dos “maidaunes”, começaram logo a bezerrar, que eles não estavam no Maidan pelos nazis, mas sim contra Yanukovich. Houve um dia em que eles da mesma maneira trouxeram Yushchenko ao Poder, e bezerraram do mesmo modo dizendo que estavam lá contra Kuchma. (…) Como apontamento – os “maidaunes” alegam que Yanukovich e a sua família, abusaram do poder, roubavam e levavam para o estrangeiro bilhões. Estranhamente no ocidente civilizado ninguém se queixou, ninguém revelou nada. Isto é porque os bilhões trazidos da Ucrânia são extremamente benéficos para a economia ocidental. Roubados,não roubados, não tem importância, crise à porta, e o capitalismo. Da mesma forma nunca ninguém diz nada sobre o dinheiro que é roubado na Russia, e levado para o outro lado. Tipo, ninguém sabe que dinheiro é esse, de quem é. Lembram-se dele apenas depois de um golpe de Estado, apreendendo as contas e espalhando justiça. (…)
Euro integração? Que se saiba a Europa esta em crise, não tem dinheiro (…) “Tem mais que fazer do que realmente ajudar a Ucrânia” (…) Deveria a Ucrânia ter considerado uma cooperação com a Russia que se sabe ter dinheiro. O centésimo da população resolveu que não, que deveriam pelo contrário apontar o rabo ao ocidente, abrir as nádegas e aguardar pelo prazer. O prazer não vai tardar a chegar. No pais, sem vaselina vai entrar a Nato e apontar os seus mísseis, mesmo às portas da Russia. Acontece que esta pose, em que os nazis colocaram a Ucrânia, politicamente, não é muito saudável, porque do Oriente pode ser simultaneamente enfiada, alguma coisa atrás da bochecha. (…)

Como é obvio, nem todos na Ucrânia, gostam dos golpes de estado, nem todos gostam dos nazis, nem todos gostam das ideologias políticas dos nazis, mas o que pode fazer um cidadão comum, que trabalha diariamente e cuida da sua família, contra os deficientes agressivos e armados, que passaram anos em campos de treino? Prácticamente nada, ele não faz parte de uma organização do tipo militar, não tem experiência com armas. No entanto isso não significa que esse cidadão não vai encontrar uma arma, não vai pegar nela, ou não vai defender-se a si, à sua família, à sua cidade e ao seu país. Isto significa, que os “maidaunes” que levaram os nazis ao poder, empurraram o país para uma Guerra civil. (…)


Responses

  1. Excelente explanação Miss Pillows. Obrigado. Não tenho andado muito ligado a actualidades mas gostei de saber umas quantas coisas e este ponto de vista faz sentido para mim. Beijinhos para as meninas e um abraço ao Andre

    • Sorry, não estava concluída ainda a tradução, mesmo assim obrigada! valeu a pena traduzir🙂


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