larga esse medo

Larga mas é o medo. E porque tentas esconder tantos segredos. Apenas já não sabes onde por a carta que te falta sobrepor, sem desmanchar a torre do destino. Pois certamente não te tornas melhor, espalhas as cartas constantemente. Espera-te sempre outro rumo fora do trilho clandestino. Segue a corrente até ao fim do remoinho. Encontra a passagem, por onde sai a água da barragem. Do outro lado o salto é grande, mas o rio vai dar ao oceano.  Encontra em ti o teu lugar, tenta somente ser sem subjugar. Transforma a noção quotidiana e dá-me a mão. Vamos em frente para ocupar o espaço de uma multidão, e sem senão. Iremos escrever um novo enredo!

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