muda por fim o conteúdo

O tempo urge, mudam-se as luas. Os dias nascem uns atrás dos outros, ficam maiores e as noites cada vez mais curtas. O mundo gira tão depressa que o momento nunca para de surgir. Ainda agora está aqui, agora já aconteceu, e o que vem. Será que eu?

Eu escolho acreditar, mesmo sem entender as linha do olhar. O vento sopra apenas uma vez. Tu escolhes o que vês, e a imagem volta paralela. Há tanto, que nela se revela. São essas linhas, cruzam-se, sem se cruzar.

Enquanto no relógio, os ponteiros insistem em avançar, para manter os homens pontuais. Vibram cristais, giram os mecanismos bem cravados nos eixos, sem desleixos. Há electrões que mudam de valência, partículas que se reúnem. E eis que tudo se transforma. Assim de uma vez por todas. Como se antes eu tivesse sido surda, os pássaros fazem vibrar o ar. A minha mente apreende o evidente. Conforme se renova a imagem, o conteúdo na mensagem fica diferente. `

É outro agora o contexto da viagem.

(reeditado)

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