tens que seguir pois não te levará o vento

Já percebi que o presente bem agregado ao momento nunca me vai escapar. Foi feito para me acompanhar, nos meu quotidianos. Fui tão veloz pela visão da vida, que a vida me ofereceu, e tão selvagem. Houve quem me pusesse à margem, houve quem me admirasse a coragem.   Mas no final quando me reduzia às dimenções humanas surpreendia-me o universo nos seus planos.

Foi o caminho que se sucedeu o que na vida ocorreu que me bateu no coração e me tornou. O vento que num remoínho ergueu o pó do chão. Espalhou-me em bocados introespecados. Surgindo constantemente do oposto persistente. Que é, em cada um de nós,  tão transparente. Será que é agora que faço parte do presente. Pois a intermitência intermitente, não deixa decidir. No meio do caminho o que se faz ao pó que se sumiu no remoínho. Se o pó que se cheira nas ruas não é pó do chão e no caminho não se come marmelada mais, come-se asfalto e alcatrão. É transcendente esta relação. Como se contemplar apenas a essência da criação bastasse. Para poder chegar ao objcetivo ainda deve haver motivo. Batida para que o ritmo entre no lugar. Apenas a visão não basta para avançar.

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