chovia

Não, não era uma melodia, era um som constante e irritante. Era a luz do dia na escuridão da noite. A música falante. Uma palavra fria arrepiante, a trovoada de verão dizendo-me que não.  Mentira a sinceridade. Verdade a novela. Um grito preso na garganta – Um sopro curto apagando a vela. Amanhecia… Não. Não era ela à janela. A euforia era tanta, falava-se em demasia tal, que arranhava a garganta. Perdeu-se a cumplicidade. Tudo parecia uma porcaria, iluminado de falsa alegria, tão diferente do igual…Estava deserta a cidade.Chovia.20fe6d6fc342499c6ecef54fe018b1c0

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s