Na força viva do amanhecer, crescia entre ventos de desertos quentes e marés geladas, a tempestade. Soprando na cidade a brisa arquitectada, fazia-se acontecer ao pés de quem seguia. Tornava-se apenas, não acompanhava nem deixava dicas. Mostrava horizontes diferentes e despedia-se.

Na atualidade, onde se faz, apenas de fazer, e o querer, supera a possibilidade, de uma expectativa criada sobre o medo de perder. A imparável descontinuidade do próprio ser, perante o encontro do desconhecido, tem a capacidade de abrir outra visão sobre a realidade. Porém e se não coincide esse estado. Vais ter que reunir os pensamentos para entender, em que consiste a liberdade, sem a prioridade do poder.

Deve ser necessário, olhar para a pontualidade completamente ao contrário até sem pontualidade. Deve ser necessário, Deixar de a temer, de forma que se passe a ser o ser, em vez da faculdade, a substância em vez da substancialidade. Porque senão, deve ser impossível entender a irmandade sem que se leia escravidão.

Então que a força se transforme em vontade, e a vontade em instinto e o instinto que se transforme em vento. E que se entrelace noutros ventos. E ouse ser também a tempestade, que cresce e acontece quando tem vontade!

 

 

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